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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

'Eu Sempre acreditei na Justiça', declara Paulo Maluf.

Folha

A reincidência com que Paulo Maluf é absolvido comprova: no Brasil, nada é mais suspeito do que um prontuário absolutamente limpo.

Um dia depois de o TJ-SP ter branqueado sua ficha, Paulo Maluf veio à boca do palco para dizer: “Eu sempre acreditei na Justiça”.

Maluf não acorreu aos refletores voluntariamente. Em visita ao gabinete de transição, avistou-se com Michel Temer, o vice eleito.

Escondeu-se na entrada. Mas viu-se compelido a sair pela porta da frente, dando de cara com os repórteres:

"Eu entrei por outra portaria e o rapaz me fez vir por aqui. Hoje eu não estou falando. E também nem estou ouvindo".

Melhor assim. Certas ocasiões, por inexplicáveis, dispensam maiores explicações.

Escrito por Josias de Souza

Mais 03 (três) servidores reintegrados pela Justiça ao serviço público.

Guarulhos, terça-feira, 30 de Novembro de 2010

PORTARIA Nº 2747/2010-GP


SEBASTIÃO ALMEIDA, Prefeito da Cidade de Guarulhos, no uso de suas atribuições legais, Considerando o disposto no artigo 63, incisos IX e XIV da Lei Orgânica do Município de Guarulhos,

REINTEGRA a contar de 26.11.2010 ao serviço público municipal, os ex-servidores abaixo relacionados, conforme segue:

1 – Processo nº: 37.169/2003

Nome: Antonio Matheus Rodrigues (código 24289)

Função: Médico (Cirurgião Geral (5500-559)


2 – Processo nº: 5.519/2004

Nome: Eliane Rodrigues Santos Marcon (código 14059)

Função: Cozinheira III (5096-1063)



Guarulhos, terça-feira, 14 de Dezembro de 2010

PORTARIA Nº 2848/2010-GP


SEBASTIÃO ALMEIDA, Prefeito da Cidade de Guarulhos, no uso de suas atribuições legais, Considerando o disposto no artigo 63, incisos IX e XIV da Lei Orgânica do Município de Guarulhos e o que consta do processo nº 2.534/2004,

REINTEGRA a contar de 07.12.2010, ao serviço público municipal, a ex-servidora Aracy Marleni dos Reis (código 4953), Diretor de Escola (5393-141), Tabela IV, Grau N, ref.1.

Lula abrandou exigências para enviar verbas federais a entidades privadas.

Marta Salomon, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - O desvio de dinheiro público por meio de entidades de fachada foi estimulado por vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os vetos abrandaram as exigências para o repasse de verbas do Orçamento a entidades privadas sem fins lucrativos, a pretexto de reduzir a burocracia nas parcerias entre o governo e a sociedade.

Em agosto de 2009, Lula vetou dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que cobrava das entidades candidatas a receber dinheiro público a apresentação de cópia de declaração de informações econômico-fiscais emitida pela Secretaria da Receita Federal. Com o veto a essa exigência, as candidatas ao repasse ficaram obrigadas a apresentar apenas uma declaração de funcionamento "emitida por três autoridades locais".

Reportagens do Estado publicadas na semana passada revelaram que entidades existentes só no papel foram contratadas para realizar eventos culturais sem licitação e com preços superfaturados. Os gastos foram autorizados por emendas parlamentares. As denúncias já derrubaram do cargo o relator-geral do Orçamento, senador Gim Argello (PTB-DF), na terça-feira.

Ainda não se sabe a dimensão da fraude, mas o veto à exigência de comprovação pelo Fisco do funcionamento das entidades facilitou a liberação de dinheiro público. No Orçamento deste ano, R$ 2,7 bilhões já foram pagos, de um total de R$ 4,5 bilhões de gastos autorizados. Contratadas em grande parte sem licitação, essas entidades têm sido personagens de sucessivos desvios de dinheiro público.

Entrave. Em mensagem enviada ao presidente do Senado em 12 de agosto de 2009, Lula anunciou uma série de vetos à LDO, que dita regras para as despesas do governo em 2010. Alegou "contrariedade ao interesse público e inconstitucionalidade".

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, foi quem deu os argumentos a Lula para o veto ao artigo 36 da LDO para 2010. "A exigência poderá trazer mais um entrave burocrático às parcerias entre o poder público e a sociedade organizada", diz a mensagem de Lula. Procurado na sexta-feira à noite, o ministro não respondeu à reportagem.

O texto alega que a exigência poderia ser dispensada porque qualquer cidadão pode acompanhar a execução dos convênios na internet, por meio do Portal dos Convênios. O acesso ao sistema, no entanto, é bastante limitado.

Mais importante: o texto defende que o funcionamento regular de uma determinada entidade pode ser atestado apenas pela declaração de autoridades locais. "Entende-se que as autoridades locais têm legitimidade para demonstrar e atestar o efetivo funcionamento das entidades privadas sem fins lucrativos que farão parcerias com a União."

O Congresso voltou a propor a exigência de declaração de funcionamento emitida pela Receita na LDO para 2011. A exigência foi mais uma vez suspensa por veto de Lula. A mensagem enviada ao Senado em agosto de 2010 alega que a exigência "contraria as medidas adotadas para desburocratizar as parcerias".

Irregularidades em convênios do Ministério do Turismo com entidades já vinham sendo apontadas pela Controladoria-Geral da União desde 2008. A própria CGU reconhece que ainda existem possibilidades de fraudes.



segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Mais uma vez o Tribunal de Justiça manda a Prefeitura de Guarulhos pagar o que é devido aos servidores.




Mais uma vez o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo reconhece um direito dos servidores que lhes é negado pela municipalidade, no entanto, os administradores insistem em desrespeitar a Lei e afrontar as decisões do Tribunal insistindo em expor os cofres públicos ao prejuízo. Este é o mesmo administrador que em uma atitude que não sabemos bem qual a motivação, doa uma área a OAB, diga-se de passagem, que não pertence à municipalidade, fazendo reverencia com chapéu alheio e ainda por cima, exaltando que sua atitude demonstra o respeito pela entidade. Ora Sr. Prefeito, quem deve ser respeitado em primeiro lugar são as Leis do Município as quais o Sr. prestou o juramento de posse, o Patrimônio Público e as decisões dos Tribunais.

domingo, 12 de dezembro de 2010

OAB Guarulhos deverá ter sede própria em 2011.

Termo de compromisso assinado pelo prefeito disponibiliza área no Parque Cecap.

Fonte: Folha Metropolitana - Ronaldo Paschoalino

Durante evento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) subseção Guarulhos, ontem, o prefeito Sebastião Almeida assinou termo de compromisso para disponibilizar uma área no Parque Cecap, para a construção da sede própria da OAB. Para Almeida, a OAB precisa deixar de ser inquilino e ter espaço próprio.

“Assinei esse termo de compromisso para demonstrar o quanto respeito e preso essa entidade”, disse o prefeito.

Para que a OAB possa iniciar a construção da sede, o termo deverá ser aprovado na Câmara e, tão logo isso aconteça, a doação do terreno será concretizada pela Prefeitura.

“Ter a sede própria é a concretização do sonho dos mais de 4 mil advogados inscritos em Guarulhos. Assim que a Câmara aprovar o termo daremos início à captação de recursos para a construção da nossa nova casa”, afirmou Fábio de Souza, presidente da OAB Guarulhos.