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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Alguém de bem jogaria lixo na própria casa?




O Senhor ou a Senhora jogaria lixo dentro de sua própria casa? E ainda se tratando de um lixo criminoso? Pois bem, estas fotos mostram a forma irresponsável, covarde e criminosa que o PT utiliza para enganar as pessoas com mentiras, além de emporcalhar a cidade buscam enganar as pessoas, este material já foi proibido pela Justiça sua distribuição por se tratar de inverdades! Quem tem muito a esclarecer a Justiça são vários membros do PT e seus asseclas. Reflitam bem antes de votar!

Fotos do centro de Guarulhos hoje 03/10/12, na Avenida Tiradentes e confluência com a Salgado Filho.











terça-feira, 2 de outubro de 2012

Queda de Russomanno expõe o erro dos rivais.



Como em tudo na vida, também nas disputas eleitorais o eleitor precisa raciocinar com hipóteses –das mais amplas às mais específicas. No caso do que espera o paulistano com a eventual ascenção de Celso Russomanno à prefeitura de São Paulo, o leque das hipóteses é vasto. Pouca gente sabe o que tem dentro da embalagem do produto do PRB, tão competentemente vendido.
Na melhor das hipóteses, a auto-imagem renovadora de Russomanno coincidiria com a fantasia que a maioria do eleitorado comprou. Na pior das hipóteses, Russomanno se revelaria um efeito do marketing político fadado a conduzir o município ao desastre.
Nos últimos dias, um pedaço do eleitorado que pendia para Russomanno decidiu dar meia-volta. Pesquisa Datafolha divulgada há seis dias detectara um movimento de queda do fenômeno. Russomanno caiu cinco pontos –de 35% para 30%. Nesta terça (2), o Ibope ecoa a queda. Nessa nova sondagem, o líder despencou sete pontos –de 34% para 27%.
O declínio de Russomanno coincide com uma mudança no comportamento dos rivais José Serra e Fernando Haddad. Preocupados em bater um no outro, ambos poupavam deliberadamente Russomanno. Súbito, puseram-se a criticar também o adversário comum. Com isso, fizeram acender no eleitor a luz da dúvida: será?
Quem olha para o retrovisor percebe que Russomanno jamais foi um contendor negligenciável. Num Datafolha do final de janeiro de 2012, o único cenário em que ele não aparecia como líder era aquele em que era confrontado com Serra. Ainda assim, o pseudo-azarão beliscava 17%, apenas quatro pontos a menos do que Serra, com 21%. Nessa época, Haddad era um candidato de 4%.
Os sábios da campanha imaginaram que Russomanno definharia. Explorar as debilidades dele seria despício de munição. Dizia-se que, com estrutura precária e tempo de tevê exíguo, o fenômeno começaria a derreter quando a campanha chegasse à tevê. A propaganda eleitoral foi ao ar em 20 de agosto.
No Datafolha da véspera, Russomanno, com 31%, já figurava numericamente à frente de Serra, com 27%. Haddad ainda comia poeira: 8%. Em 29 de agosto, poucos dias depois do início da propaganda, veio à luz outro Datafolha. E nada de queda. Russomanno manteve o percentual: 31%. Serra caiu cinco pontos, batendo em 22%. Haddad subiu seis e foi a 14%.
Estava claro: poupado pelos antagonistas, Russomanno tornara-se um candidato duro de roer. A cinco dias da eleição, não parece provável que o despertar tardio de tucanos e petistas vá retirá-lo do segundo turno.
Mercê de um erro estratégico, a velha polarização PSDB X PT foi reduzida a uma humilhante disputa pela segunda vaga. Tomando-se as pesquisas a sério, um dos dois –Serra ou Haddad— morrerá na praia do segundo turno.

Aula de História (Lúcia Hippólito)




DOMINGO, 8 DE JULHO DE 2012
Aula de História (Lúcia Hippólito)

“Nascimento” do PT:

O PT nasceu de cesariana, há 29 anos. O pai foi o movimento sindical, e a mãe, a Igreja Católica, através das Comunidades Eclesiais de Base.

Os orgulhosos padrinhos foram, primeiro, o general Golbery do Couto e Silva, que viu dar certo seu projeto de dividir a oposição brasileira.

Da árvore frondosa do MDB nasceram o PMDB, o PDT, o PTB e o PT... Foi um dos únicos projetos bem-sucedidos do desastrado estrategista que foi o general Golbery.

Outros orgulhosos padrinhos foram os intelectuais, basicamente paulistas e cariocas, felizes de poder participar do crescimento e um partido puro, nascido na mais nobre das classes sociais, segundo eles: o proletariado.

“Crescimento” do PT:

O PT cresceu como criança mimada, manhosa, voluntariosa e birrenta. Não gostava do capitalismo, preferia o socialismo. Era revolucionário. Dizia que não queria chegar ao poder, mas denunciar os erros das elites brasileiras.

O PT lançava e elegia candidatos, mas não "dançava conforme a música". Não fazia acordos, não participava de coalizões, não gostava de alianças. Era uma gente pura, ética, que não se misturava com picaretas.

O PT entrou na juventude como muitos outros jovens: mimado, chato e brigando com o mundo adulto.

Mas nos estados, o partido começava a ganhar prefeituras e governos, fruto de alianças, conversas e conchavos. E assim os petistas passaram a se relacionar com empresários, empreiteiros, banqueiros.

Tudo muito chique, conforme o figurino.

“Maioridade” do PT:

E em 2002 o PT ingressou finalmente na maioridade. Ganhou a presidência da República. Para isso, teve que se livrar de antigos companheiros, amizades problemáticas. Teve que abrir mão de convicções, amigos de fé, irmãos camaradas.

Pessoas honestas e de princípios se afastam do PT.

A primeira desilusão se deu entre intelectuais. Gente da mais alta estirpe, como Francisco de Oliveira, Leandro Konder e Carlos Nelson Coutinho se afastou do partido, seguida de um grupo liderado por Plínio de Arruda Sampaio Junior.

Em seguida, foi a vez da esquerda. A expulsão de Heloisa Helena em 2004 levou junto Luciana Genro e Chico Alencar, entre outros, que fundaram o PSOL.

Os militantes ligados a Igreja Católica também começaram a se afastar, primeiro aqueles ligados ao deputado Chico Alencar, em seguida, Frei Betto.

E agora, bem mais recentemente, o senador Flávio Arns, de fortíssimas ligações familiares com a Igreja Católica.

Os ambientalistas, por sua vez, começam a se retirar a partir do desligamento da senadora Marina Silva do partido.

Quem ficou no PT?

Afinal, quem do grupo fundador ficará no PT? Os sindicalistas.

Por isso é que se diz que o PT está cada vez mais parecido com o velho PTB de antes de 64.

Controlado pelos pelegos, todos aboletados nos ministérios, nas diretorias e nos conselhos das estatais, sempre nas proximidades do presidente da República.

Recebendo polpudos salários, mantendo relações delicadas com o empresariado. Cavando benefícios para os seus. Aliando-se ao coronelismo mais arcaico, o novo PT não vai desaparecer, porque está fortemente enraizado na administração pública dos estados e municípios. Além do governo federal, naturalmente.

É o triunfo da pelegada.

Lucia Hippolito

PT terá 'derrota histórica' em Recife, diz prefeito petista.

Folha de São Paulo
FÁBIO GUIBU
DE RECIFE

O prefeito de Recife, João da Costa (PT), disse nesta terça-feira (2) que o candidato do partido na capital, Humberto Costa, e seu vice na chapa, João Paulo (PT), "estão protagonizando a maior derrota política do PT no Brasil".

"Uma derrota histórica", afirmou o prefeito. "Começaram com 40% [nas pesquisas] e podem terminar com menos de 15%. Não tem candidato do PT no Brasil que tenha tido essa trajetória", declarou.

João da Costa disse ainda que, "como analista político", acredita que a tendência é que a eleição seja definida ainda no primeiro turno, com a vitória do candidato do PSB, Geraldo Julio.

O prefeito também declarou voto no socialista no caso de um eventual segundo turno reunir Geraldo Julio e Daniel Coelho (PSDB), primeiros colocados nas últimas pesquisas.

"Mesmo que eles não queiram, vou apoiar Geraldo Julio", disse João da Costa. "Vou para a rua, vou fazer campanha, vou de porta em porta, porque esse é meu campo político, onde eu militei durante 30 anos, e vou defendê-lo", afirmou.

Para o prefeito, uma possível derrota do PT em Recife, administrado pelo partido há 12 anos, seria fruto do "erro de estratégia" que o impediu de tentar a reeleição.

"Quem errou foi quem montou essa estratégia, que não está dando resultados nem políticos nem eleitorais", afirmou.

O veto ao nome de João da Costa partiu da cúpula nacional do PT, que o considerou sem condições políticas de comandar o processo eleitoral na cidade.

A crise no partido levou o PSB a romper a aliança que mantinha com os petistas em Recife e a lançar o nome de Geraldo Julio, com o apoio do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

"A candidatura de Humberto e João Paulo foi imposta pela direção nacional do partido, violentando a democracia interna", disse o prefeito.

Mais uma vez, João da Costa reclamou das críticas feitas à sua administração por Humberto Costa que, na sua propaganda na TV, disse que o prefeito "não correspondeu às expectativas" e não deu sequência às ações de seu antecessor, João Paulo.

"Isso [as críticas] é um equívoco político, um tiro no pé que vai consolidar provavelmente em uma derrota no próximo domingo", afirmou João da Costa.

Questionado sobre seu voto, o prefeito disse que votará em Humberto. Mas fez uma ressalva: "Espero que ele me convença até domingo."

E explicou em seguida. "Como um candidato vai me convencer a votar nele dizendo que eu rasguei os projetos do partido, que eu abandonei os projetos sociais, que abandonei a cidade para prejudicá-lo?"

Sobre a eventualidade de um segundo turno envolvendo o socialista e o petista, João da Costa afirmou que votaria em Humberto. "Mas não vou fazer campanha."

Espalha fatos, por Sérgio Lessa.


Contabilidade
No site do TSE estão disponíveis os valores financeiros doados até a presente data aos candidatos a prefeito da cidade. Pelo que vemos nas ruas, os números ali apresentados não chegam nem perto da realidade dos gastos já realizados. Confiram: Almeida (PT) R$ 1.625.755,00; Carlos Roberto (PSDB) R$ 218.000,00; Wagner Freitas (PP) R$ 167.958,00; Alan Neto (DEM) R$ 80.000,00; Jovino (PV) R$ 25.300,00; Ederaldo Batista (PSOL) R$ 5.600,00 e Joel Paradella (PSTU) R$ 2.471,00.

Curiosidades
Os nomes dos doadores das campanhas eleitorais também estão disponíveis na internet. Na campanha petista, por exemplo, um grande número de secretários municipais, adjuntos, diretores, funcionários comissionados e fornecedores da Prefeitura aparecem na relação. Até o momento, os que fizeram as maiores contribuições financeiras a Almeida foram a Executiva Estadual do PT com R$ 285 mil e a vice presidente municipal do Democratas, Francislene Assis de Almeida com R$ 51 mil.

Vestindo a camisa adversária
Já na conta de Carlos Roberto, a maior doação feita até agora foi a de sua empresa CRW que doou o montante de R$ 215 mil. Os outros R$ 3 mil foram doados também pela Democrata Francislene e seu irmão Francisco Assis de Almeida que doaram R$ 1.500,00 cada. Vale lembrar que a família Assis de Almeida também emprestou um prédio para servir de comitê ao PSDB e doou recentemente uma área à Prefeitura para o prefeito Almeida anunciar a construção de um centro de tratamento de dependentes químicos às vésperas da eleição.

Casa de ferreiro, espeto de pau
Na prestação de contas de Alan Neto (DEM) podemos observar que nenhuma moeda da família Assis de Almeida foi contabilizada, sendo que os R$ 80 mil conseguidos até então vieram da Executiva Estadual. Os integrantes do Democratas de Guarulhos estão perplexos de ver que a sua vice presidente vem colaborando com as campanhas dos adversários e nem se importa com o que vem ocorrendo no DEM. É pública a informação de que o deputado federal Eli Correa Filho queria derrubar Alan Neto para sua esposa ser a candidata a vice na chapa dos tucanos, mas seus planos foram por água abaixo, pois Carlos Roberto rejeitou o nome de Francislene devido a sua inexperiência política.

Mais números
Na campanha de Wagner Freitas (PP) o maior doador é ele próprio com R$ 45.900,00, sendo que as outras somas vieram de amigos particulares e empresas. Já Jovino (PV) recebeu R$ 25 mil da Executiva Nacional e R$ 300,00 de um amigo. Por fim Ederaldo Batista (PSOL) arrecadou dinheiro com amigos, na faixa de R$ 20,00 a R$ 700,00, e Joel Paradella (PSTU) levantou verba junto a Executiva Municipal e fez uma doação de R$ 1.040,00 para ele mesmo.